Träume, “Sonhos” (1970)

Träume (Françoise Hardy) 1970

Träume, die bei Nacht entstehen
Und am Tag vergehen
Sind meistens gar nicht wahr
Weil sie unter den Millionen
Unserer Illusionen
Geboren sind
Sonhos que à noite surgem
e com o dia se vão
são quase sempre tudo menos verdade
porque de sob as milhões
de ilusões nossas
eles nascem
Träume sind wie ferne Wolken
Denen andre folgen
Solang es Leben gibt
Sag mir, sag wohin sie treiben
Wo sie einmal bleiben
Weiß nur der Wind
Sonhos são como nuvens distantes
atrás das quais os outros seguem
desde que haja vida
Diga-me, diga para onde elas flutuam
onde elas um dia ficarão
só o vento sabe
Wie ein Wunder ist die Welt
Jeder Baum und jedes Feld
Wie ein Wunder ist die Welt
Que maravilha é o mundo
cada árvore e cada campo
que maravilha é o mundo
Träume, die uns nichts bedeuten
Sollte man beizeiten
Mit anderen Augen sehen
Weil sie oftmals unser Denken
Auf die Wege lenken
Die wir dann gehen
Sonhos, que nada significam para nós
devíamos, a tempo
ver com outros olhos
porque nosso pensamento, comumente
eles dirigem para os caminhos
nos quais então iremos caminhar
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