Beleza lenta

Dentre as formas mais comuns da música erudita, a Sinfonia e o Concerto têm em comum, ao menos em sua formatação tradicional, a existência de um movimento lento, no qual o compositor pode demonstrar sua expressividade e sensibilidade, em contraste com os movimentos rápidos, onde as habilidades orquestrais do compositor e técnicas do intérprete são mais notáveis.
Embora eu admire e ache muito belas muitas composições eruditas, confesso que sempre aguardo com uma expectativa a mais pelo segundo dos três movimentos que geralmente compõem um Concerto, ou pelo terceiro dos quatro de que geralmente se formam as Sinfonias, pois alguns deles são realmente das maiores belezas que eu já fui capaz de ver na arte musical.
Estes são três de meus favoritos:

Beethoven, Ludwig van
Concerto para Piano nº 5 em Mi bemol maior “Imperador”, Op. 73.
II. Adagio un poco mosso

Beethoven, Ludwig van
Sinfonia nº 9 em Ré menor “Coral”, Op. 125.
III. Adagio molto e cantabile

Dvořák, Antonín Leopold
Concerto para Violoncelo em Si menor, Op. 104.
II. Adagio

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